Uma está triste, coitada
ao lado da outra contente,
simples, como ela,
porém não apraz.
A segunda feliz, indulgente,
determinada
em puxar para frente
o que a puxa para trás:
a outra.
A primeira morre, fria, esquerda,
por não ser a dominante.
E fica cansada do caminho em vão;
a outra segue.
E eis que surge uma terceira:
a qual das duas dará a mão?
