Era uma vez uma máquina, uma máquina feita por anjos [pois era perfeita] que não funcionava. Essa máquina dava borboletas no estômago, mãos suadas, tremores, arrepios e calores. E dava beijos e abraços. (Uma máquina que dá beijos e abraços!) Mas não funcionava…
A máquina permitia ver tudo da forma mais bela, amolecia a aspereza, rejuvenescia até os corações mais velhos. Curava muita coisa que outros remédios não curam, fazia as pessoas dizer “é para sempre”, despertava solidariedade, iluminava os caminhos mais pardacentos, enchia os corpos de felicidade mas não funcionava a máquina…
Essa máquina, tecida nas nuvens mais genuínas pelos anjos mais falazes, era uma máquina nova com poucos anos de funcionamento. Então porque não funcionava? Ora, porque ninguém lhe “dava corda”… É lógico, para uma máquina chamada…
[...amor!]

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